Sunday, December 8, 2013

Ein Gedicht an einem Sonntag Nachmittag



Ein Gedicht an einem Sonntag Nachmittag

Lass mich allein
Im meinem Traumerei
Ich muss über meinen Leben
sicher sein.

Meine Träume machen
mich zu imaginären Land reisen,
der Felder von Grün und Blau,
wobei der Regen ist beruhigend,
und die Sonne immer scheint,
wo ich nicht habe um über Sorgen,
 wer ich bin nur ein einfacher Mann,
mit seinem Platz in der Welt.


A poem on a Sunday afternoon

Leave me alone
In my reverie
I have to be sure
about my life.

My dreams make me
travel to imaginary lands,
fields of green and blue, where the rain is soothing,
 and the sun always shines,
where I do not have to worry
about who I am,
 just a simple man,
with his place in the world.


Florianópolis, 8/12/2013

Monday, December 2, 2013

¡CALLATE!

Soy como un grito
En medio de la noche
Que hace despertar la gente
De su buen sueno
Y sueños distantes
Tan lejos como una estrella
Soy la luz que penetra
La penumbra de tus más escondidos parajes
Una pluma que vuela suelta
En el aire de tu sonrisa
Una gana de hacer cosas
Que solamente los locos hacen
Pero loco yo soy
Soy loco como un perro rabioso
Que intenta escapar al amor
Como se jamás lo hubiera tenido
Ó al menos sufrido
"Cállate, loco!"
Dice mi corazón
-No me puedo callarme
Porque mi grito es tuyo
Como tuyo soy yo...


AAPLF, Floripa, 02/12/2013

Saturday, October 26, 2013

Sentimentos Perdidos

Sem tê-las centenas
Sentimentos sentidos
Perdidos
Sentidos sem tê-los sentido
Sustenidos sustidos
Suspiros sumidos
Sem traços
De espaço
Sem jeito, sem forma
Sem coisa nenhuma
Sem alma
Sentada na beira d'alçada
Alma traçada
Na farsa disfarça
A sua agonia
Desperta esperta
Alegre alegria
Da joça que roça
No baile
Da via



FLICA 2013, Cachoeira, Bahia, 26 de outubro de 2013.

Sunday, July 14, 2013

EU E O TEJO

A saudade aperta meu peito...
Mas a voz incansável da fadista
Remete-me aos cheiros e sabores lisboetas
Às sangrias do Bairro Alto
Que tento cá reproduzir
Com frutos que já não sabem tão bem como os de lá
Mas que fazem minh'alma transportar-se
Ah Lisboa, Lisboa querida, quanta saudade de ti!
Teus fados altos a ecoar n'Alfama
O cheiro das sardinhas a grelhar
E o Tejo, rio-mar, tão belo, tão imenso
Que de simples mortal ;
Um navegante faz-me tornar...
Sou luso pois que sou,
No fundo do meu coração
Há uma canção, um fado,
Há um poema do Pessoa,
Que encanta-me como uma sirena
Ou que quiçá uma tágide a chamar-me
A brincar à beira do Tejo...


EU E O TEJO,
Poema de Angelo Augusto Peltier Loureiro Freire
Salvador, 14 de julho de 2013.
Dia da Bastilha!
Vive La France! Vive Les Peltier!