E assim se vai
O que nunca foi
E deixou de ser
Sem ter sido ao menos
Um passo perdido
Um lamento ao vento
Quiçá uma queixa
À mais linda gueixa
No tatame da vida
Que cala e consente
Sem medo e sem mente
Semente de medo
Me dou por ser mente
Errante no lapso
De tempo no instante
Que volta e assombra
O meu pensamento...
Florianópolis, 27 de fevereiro de 2015.