Eu escrevi esse poema non-sense ontem, sábado, dia 15/06/2024 no ônibus. Veio-me à cabeça a canção, de autoria de Francis Lai, tema do filme “Un homme et une femme” (“Uma mulher e um homem”,1966), dirigido por Claude Lelouch, com roteiro de Perre Uytterhoeven: “dába-dába-dába dába-dába-dába dá dá dá dába-dába-dába dába-dába-dába” e em seguida a versão que a gente cantava nas viagens do Coral da PUC: “Por que no... sábado ela dá, sábado ela dá...” para horror da nossa maestrina, a saudosa (e minha mestra de canto lírico) Lydia Podolroski. Inevitável a conexão com essa nova “gíria” que eu destesto: “sabadou” (sextou, segundou, etc etc – odeio!!!). E como uma memória puxa a outra, daí veio a canção new wave/synth-pop/eurodisco do grupo alemão Trio, “Da da da[, ich lieb' dich nicht du liebst mich nicht aha aha aha]” (1981) e finalmente a canção do artista austríaco Falco, “Der Kommissar” (1981). Como o vovô entrou no samba, só deus sabe. O deus do non-sense... O que acharam?
Eu escrevi esse poema non-sense ontem, sábado, dia 15/06/2024 no ônibus. Veio-me à cabeça a canção, de autoria de Francis Lai, tema do filme “Un homme et une femme” (“Uma mulher e um homem”,1966), dirigido por Claude Lelouch, com roteiro de Perre Uytterhoeven: “dába-dába-dába dába-dába-dába dá dá dá dába-dába-dába dába-dába-dába” e em seguida a versão que a gente cantava nas viagens do Coral da PUC: “Por que no... sábado ela dá, sábado ela dá...” para horror da nossa maestrina, a saudosa (e minha mestra de canto lírico) Lydia Podolroski. Inevitável a conexão com essa nova “gíria” que eu destesto: “sabadou” (sextou, segundou, etc etc – odeio!!!). E como uma memória puxa a outra, daí veio a canção new wave/synth-pop/eurodisco do grupo alemão Trio, “Da da da[, ich lieb' dich nicht du liebst mich nicht aha aha aha]” (1981) e finalmente a canção do artista austríaco Falco, “Der Kommissar” (1981). Como o vovô entrou no samba, só deus sabe. O deus do non-sense...
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